Representante mais conhecido da escola de samba carioca que lhe dá nome, o sambista Neguinho da Beija-Flor conversou sobre os preparativos para mais um Carnaval e foi objetivo ao responder o que não pode sair errado na Sapucaí: "Quem não pode errar sou eu e a bateria".
Na entrevista, o intérprete atribuiu aos bicheiros a evolução da organização dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro e defendeu o direito deles na folia. "Quando o Carnaval não tinha organização, tinha facada, navalhada, ninguém queria participar, agora que está tudo bonito e limpo todos querem se envolver", criticou.
A Beija-Flor traz para o Sambódromo este ano o samba-enredo "Macapaba: Equinócio solar, viagens fantásticas do meio do mundo".
Assista abaixo a entrevista com o intérprete.
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