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COMUNICAR ERRONo carnaval da crise e da desvalorização cambial, os produtos nacionais garantiram a festa paulistana, com valores de 30% a 50% mais baixos do que os importados. "Fazia tempo que a situação das escolas não era tão difícil. Sorte é que as empresas brasileiras deram conta de fornecer. Mas foi preciso criatividade para o desfile caber no orçamento", conta o carnavalesco Carlos Negri, da Unidos do Peruche.
A dificuldade financeira das escolas foi ainda pior porque o carnaval paulistano, apesar de competir em audiência com o do Rio, não é autossustentável. Segundo o presidente da Nenê de Vila Matilde, Alberto Alves da Silva Filho, o Betinho, pelo menos nove das 14 escolas do Grupo Especial acumularam dívidas neste ano que representam até 40% do orçado no ano passado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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