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  • Com cheiro de bolo e efeitos especiais, Porto da Pedra homenageia Maria Clara Machado
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08/03/2011 - 04h56

Com cheiro de bolo e efeitos especiais, Porto da Pedra homenageia Maria Clara Machado

Da Redação*

"No Tablado consagrando a criação/ É a arte, vida em transformação/ Meu Tigre chegou, aplausos no ar/ É Clara que me faz sonhar". Nesses quatro versos estão a síntese do enredo da Porto da Pedra, que homenageou Maria Clara Machado. Se estivesse viva, a dramaturga estaria completando 90 anos.

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Puxada por uma ala de ex-alunos famosos do Teatro Tablado e pelo personagem Pluft, o Fantasminha, a Porto da Pedra entrou na Marquês de Sapucaí às 4h da manhã desta terça-feira. Desfilaram pela agremiação vermelho e branco, atores como Leonardo Brício, Tereza Seiblitz, Ingrid Guimarães, Heloísa Perissé, Dill Costa, Alexandra Richter, entre outros.

A Porto da Pedra desfilou sem chuva, ao contrário da escola precedente, a Grande Rio, que passou na avenida debaixo de um verdadeiro dilúvio. Estreante em carnavais, Geisy Arruda não continha as lágrimas do alto do carro alegórico do qual foi destaque. Antes de seu carro entrar no Sambódromo, ela foi aplaudida por curiosos aglomerados no viaduto sob o qual sua alegoria passou, ainda na concentração. A atriz e modelo Ellen Roche também é uma das debutantes -a atriz desfilou à frente da bateria.


A promessa de um carro exalando cheiro se cumpriu. A alegoria "Maroquinhas" espalhava um cheiro com nuances de baunilha. Componentes identificaram um pequeno vazamento no mecanismo que exalava o cheiro e antes do desfile, havia dúvidas se ele seria sentido pelo público - e jurados - na parte final da avenida.

Por ser um tema ligado à literatura infantil, o carnavalesco Paulo Menezes preferiu evitar a exibição exagerada - ou diminuta, se o parâmetro for a vestimenta - das mulheres na escola. Por outro lado, uma das alas trazia imitações de seios e glúteos femininos. Tudo de mentirinha. Uma coerência com todo o imaginário construído pela obra de Maria Clara Machado, mas com aquela pitada amistosa da malícia própria do Carnaval.

No final do desfile, um susto: o piso escorregadio da Marquês de Sapucaí dificultou o controle dos carros da escola e também fez com que vários integrantes da escola caíssem na avenida. (com reportagem de Daniel Milazzo)

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