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  • "Não fiz nada no barracão porque ele não deixou", diz carnavalesco sobre diretor de harmonia da Beija-Flor
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10/03/2011 - 21h00

"Não fiz nada no barracão porque ele não deixou", diz carnavalesco sobre diretor de harmonia da Beija-Flor

MARINA VERGUEIRO
Colaboração para o UOL
  • Alexandre Louzada posa com alegoria da Beija-Flor às vésperas do Carnaval de 2009

    Alexandre Louzada posa com alegoria da Beija-Flor às vésperas do Carnaval de 2009

Após a conquista do 12º título da Beija-Flor no Carnaval carioca, o carnavalesco Alexandre Louzada se tornou o primeiro profissional da história a comemorar os títulos do Grupo Especial, tanto no Rio quanto em São Paulo, em um mesmo ano. Além de participar da comissão carnavalesca da agremiação de Nilópolis, vitoriosa com enredo sobre Roberto Carlos, ele foi o responsável pelo desfile da Vai-Vai, que levou a vida do ex-pianista e maestro João Carlos Martins ao sambódromo do Anhembi.

No entanto, sua relação com a Beija-Flor atualmente é tumultuada. “Acho que essas manifestações do Laíla se devem ao sucesso da Vai-Vai”, diz Louzada, referindo-se ao diretor de harmonia da agremiação fluminense, que afirmou antes da entrada da Beija-Flor na Sapucaí que o carnavalesco não teria participado da produção do Carnaval.
 
Louzada diz ter pedido demissão da Beija-Flor por volta de setembro de 2010 por conta de incompatibilidades profissionais com o diretor de harmonia. Entretanto, a pedido da presidência, o carnavalesco permaneceu na comissão de Carnaval da escola. Em entrevista ao UOL na quadra da Beija-Flor na noite desta quarta-feira (10), o presidente de honra da escola, Anísio Abraão David, disse que ele e Louzada ainda devem conversar. "Eu adoro o Louzada e ele gosta de mim. Nós vamos conversar ainda, contornar e acabar com isso"
 
Apesar de sua permanência na comissão, Louzada diz que teve as ideias refutadas durante toda a produção do Carnaval. “Eu não fiz nada no barracão porque ele [Laíla] não deixou. Não porque eu não quis”, conta. Além de ter sido responsável pela pesquisa e sinopse que deu origem ao enredo “A Simplicidade de um Rei”, o carnavalesco diz que muitos dos figurinos usados no desfile são dele.
 
“Como a Beija-Flor trabalha com uma comissão de Carnaval que conta com 5 profissionais, o Louzada foi autorizado a trabalhar conosco”, conta o vice-presidente da Vai-Vai, Renato Maluf. “O próprio Farid [Abraão David, presidente da Beija-Flor] declarou há um tempo que a Vai-Vai não atrapalhou em nada, até porque a competência do carnavalesco não é só a cabeça dele, porque ninguém trabalha sozinho. Existe  uma equipe”, diz Louzada. “Eu queria voltar a ser carnavalesco ‘solo’ e a Beija-Flor aceitou de uma forma muito bacana”, conta ele, que já deu à Mangueira o título em 1998 com o enredo “Chico Buarque da Mangueira” e à Vila Isabel em 2006 com “Soy Loco por Ti, America: A Vila Canta a Latinidade”.
 
Com uma jornada de trabalho dupla, o carnavalesco chegou a acreditar que não seria capaz de aguentar o cansaço. Louzada dividiu sua semana entre Rio e São Paulo, cidade que costumava visitar às quintas-feiras e permanecer trabalhando até as segundas, quando se apresentava novamente à Beija-Flor pela manhã. Quando era solicitado em uma cidade, mas estava em outra, fazia o trabalho pela internet ou por telefone.
 
Louzada integra a comissão de Carnaval da Beija-Flor desde 2007, ano em que a escola conquistou o título com o enredo “Áfricas: Do Berço Real à Corte Brasiliana”. No ano seguinte, mais uma vez a agremiação de Nilópolis saiu vitoriosa da Sapucaí.
 
Segundo o carnavalesco, o presidente da escola, Anísio Abraão David, quer que ele permaneça na comissão de Carnaval e explicitou sua vontade momentos antes de a agremiação entrar na avenida. No entanto, as desavenças entre ele e o diretor Laíla parecem maiores.  “Talvez ele esteja com receio de eu pleitear o sucesso [da Beija-Flor] pra mim, mas eu tenho uma participação lá e, mesmo não querendo, ele vai ter que dormir com isso”, diz.
 

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