São Paulo

Liga se reúne com presidente da Vai-Vai para apurar agressão na avenida

Do UOL, em São Paulo

O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Sergio Ferreira ("Serginho"), reuniu-se com o presidente da Vai-Vai, Darly Silva, o Neguitão, para apurar um suposto episódio de agressão ocorrido no início do desfile da escola, na madrugada deste domingo (7) no Anhembi. 

Pouco antes de a escola entrar na avenida, a sirene foi tocada antecedendo o grito de guerra do Carnaval e, logo na sequência, ocorreu um problema com o sistema de som. Um integrante da escola, não identificado, teria subido na torre e agredido um técnico de som. Se o caso se confirmasse, a Vai-Vai poderia ser punida e perder pontos.

A reportagem do UOL abordou Serginho logo após ele sair da reunião, na base da infraestrutura da Liga, e o questionou sobre o ocorrido. A resposta dele foi: "Não tem história", encerrando o assunto. Na cabine de locução, os técnicos foram proibidos de conversar com o UOL a respeito do caso. 

O desfile

Com a difícil missão de superar o vitorioso desfile do ano passado em homenagem a Elis Regina, a Vai-Vai apostou em um novo tributo para tentar faturar seu 16º título do Carnaval paulista. Quinta escola do Carnaval 2016 de São Paulo a entrar no Anhembi, na madrugada deste domingo (7), a agremiação reverenciou a França no enredo "Je Suis Vai-Vai. Bem-Vindos à França!"

Sem erros, com boa evolução e acompanhada da característica emoção dos componentes, que cantavam o samba com vigor, a Vai-Vai confiou ao casal Renato e Márcia Lage, artífices de grandes desfiles em escolas do Rio de Janeiro, a missão da Vai-Vai de criar um novo Carnaval campeão. Os carnavalescos se empenharam para entregar mais refinamento, capricho e inovações nas alegorias e fantasias da agremiação do Bixiga.

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