Rio de Janeiro

"Eu tenho muita energia", diz Sabrina sobre continuar como rainha da Vila

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

Sabrina Sato ainda tem "muita energia" para continuar reinando à frente da bateria da Unidos de Vila Isabel. Foi o que a apresentadora disse ao chegar para acompanhar a apuração do Carnaval 2016, na praça da Apoteose, no Rio.

"Eu ainda estou novinha, né? Acabei de fazer 35. A Luiza, a Luma, foram rainhas durante muito mais tempo. Eu tenho muita energia, tenho energia de 18 aninhos, então eu pretendo continuar mais um pouco", comentou Sabrina, que este ano se fantasiou de guerreira, como parte do enredo em homenagem a Miguel Arraes. 

"É claro que dizer isso já me corta o coração, mas a gente também tem que saber a hora de sair, de passar a faixa", disse ela, sobre o momento em que terá de deixar o cargo. "E é claro que eu vou continuar no Carnaval --vou para outro setor da Vila Isabel, pro carro, como passista, vou pra vários outros setores, linda e maravilhosa, feliz da vida. Eu acho que todos os setores de uma escola são muito importantes".

Como não existe um quesito rainha de bateria nas notas das escolas, Sabrina acredita que a nota de musas como ela são dadas pelo público e pela comunidade da escola. "Eu acho que a nota da rainha da bateria, quem dá é a comunidade, é a bateria. Por isso que tem rainha que continua e rainha que não continua. Como rainha da bateria da Vila Isabel há seis anos, eu aprendi muito a ter mais responsabilidade perante a minha comunidade, a minha bateria, A Vila Isabel, o setor 1, ASapucaí toda, o povo do samba".

Sabrina acredita que a Vila Isabel surpreendeu na Sapucaí e foi muito bem recebida pelo público. "As expectativas são as melhores. O desfile já surpreendeu todos vocês, assim como surpreendeu todo mundo. Foi lindo. Muito estava se falando da Vila antes, e o desfile foi emocionante, foi maravilhoso. Veio com garra. A gente recebeu muito, muito carinho. Pra gente que está desfilando, o termômetro é o setor 1, é a arquibancada. Juro pra vocês, eu me arrepiei, me emocionei, comecei a chorar Pensei: "não posso borrar a maquiagem". Mas eu senti a mesma energia que eu senti em 2013, quando a gente foi campeão. Isso é o que eu acho que vale. Isso não tem preço, não tem nota certa, porque é o termômetro da Sapucaí, é a nota do público".

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