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João Doria cobra R$ 240 mil de blocos de outros Estados para desfilar em SP

J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo
8.fev.2016 - Humoristas do programa "Hermes e Renato" comandaram o bloco BregsNice, no Largo da Batata, em São Paulo Imagem: J. Duran Machfee/Estadão Conteúdo

Bruno Bocchini

Da Agência Brasil, em São Paulo

25/01/2017 16h20

O prefeito de São Paulo, João Doria, confirmou na terça-feira (24) que blocos de outros Estados terão que pagar uma taxa à prefeitura de R$ 240 mil para poderem se apresentar na cidade no período de pré-Carnaval, o final de semana anterior à folia. De acordo com o prefeito, blocos da Bahia e de Pernambuco manifestaram interesse em desfilar no pré-Carnaval de rua da capital paulista, mas ainda não confirmaram se concordam com a taxa.

"Houve solicitações de blocos de outras regiões, principalmente da Bahia. Nesse sentido, são blocos que atraem 50, 60, 70 mil pessoas. Isso custa para a cidade manutenção, limpeza, segurança, movimentação das equipes da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), tudo isso tem custo para a cidade", disse Doria.

Cada bloco poderá desfilar por cerca de três horas em um dos dias do pré-Carnaval, que será realizado na região da avenida Tiradentes e da praça Campo de Bagatelle, na zona norte da cidade. Os blocos terão a permissão para vender abadás, mas não poderão usar cordões para separar o restante do público dos foliões que tiverem comprado o traje.

"O que nós propusemos é que os blocos pudessem, na medida em que possuem todos eles patrocinadores robustos, contribuírem com as taxas da cidade", disse Doria. "É um valor razoável, não é pequeno, para que os blocos patrocinados possam desfilar na maior cidade do país. Se venderem abadás para 50, 60 mil já seria suficiente para pagar essas taxas", destacou o prefeito.

Segundo a Secretaria Municipal de Cultura, 495 blocos paulistas já se cadastraram para desfilar pelas ruas da cidade no carnaval de rua, no período de 17 de fevereiro a 5 de março de 2017. Os blocos paulistas inscritos são isentos de taxas e recebem apoio da prefeitura para desfilar durante o período oficial do evento. A administração municipal fornece infraestrutura de segurança, acompanhamento da CET, ambulâncias e banheiros químicos.

Cidade do Samba

Doria e o ministro do Turismo, Marx Beltrão, visitaram hoje as obras da Fábrica do Samba, local onde se concentram os barracões das escolas de samba do grupo especial de São Paulo. Um museu do samba e a sede da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo também devem ser construídos no local.

De acordo com o ministro do Turismo, metade da obra já está finalizada, e deverá ser totalmente finalizada e entregue até o Carnaval de 2019. Dos R$ 40 milhões contratados com o ministério, R$ 33 milhões já foram pagos. "Faltam R$ 7 milhões a serem pagos, e o que falta a ser pago, falta para ser construído. É de acordo com o andamento da obra", disse.

O Museu do Samba e a sede da Liga deverão estar prontos até o próximo mês de outubro.

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