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Anderson Baltar

Decisão de desembargador devolve presidência do Salgueiro à Regina Celi

Luciola Villela/ UOL
27.jan.2018 - Presidente do Salgueiro, Regina Celi, e o ator Eri Johnson em ensaio às vésperas do Carnaval Imagem: Luciola Villela/ UOL
Anderson Baltar

Anderson Baltar

Anderson Baltar é jornalista, formado pela UFRJ e tem 42 anos. Com mais de 15 anos de experiência na mídia carnavalesca, foi assessor de imprensa da União da Ilha e Império Serrano, produtor de Carnaval da TV Globo e trabalhou em coberturas de desfiles nas rádios Manchete e Tupi. Desde 2011, é âncora e coordenador da Rádio Arquibancada, web rádio com programação inteiramente voltada para o Carnaval. Em 2015, lançou o livro "As Primas Sapecas do Samba", ao lado dos também jornalistas Eugênio Leal e Vicente Dattoli.

21/08/2018 17h08

Reviravolta na novela da eleição dos Acadêmicos do Salgueiro. Na tarde desta terça-feira (21), o desembargador Werson Rego, da 25ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, concedeu um agravo de instrumento em favor de Regina Celi Fernandes, concedendo a ela o direito de retomar a presidência da escola.

Na última sexta-feira (17), uma liminar concedida pela juíza Renata Gomes Casanova de Oliveira e Castro, da 2ª Vara Cível, havia dado o poder ao candidato André Vaz, da chapa de oposição. André alega que a chapa de Regina não está em conformidade com o estatuto da agremiação e luta pela sua impugnação.

De acordo com a interpretação do desembargador, a liminar, baseada em um parecer do presidente da Comissão Eleitoral, Marcelo Monteiro, desobedecia acordão publicado por Werson anteriormente. Neste documento, estava estabelecido que o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral deveriam definir sobre a eleição e não a Comissão Eleitoral.

“Transbordou de suas atribuições o Sr. Presidente da Comissão Eleitoral que, por pronunciamento monocrático, à margem do próprio regulamento das eleições, decidiu aclamar e empossar a Chapa encabeçada por André Vaz da Silva”, afirma o documento.

O desembargador determinou que a decisão foi motivada pelos “pressupostos de probabilidade do direito e o perigo de dano grave e irreparável aos Agravantes, decorrente da demora no julgamento deste recurso”.

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