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Amor de Carnaval é passageiro? Em São Paulo, bloco convida para o casório

Marcelo Justo/UOL
Grito de Carnaval do Casa Comigo no Traço da União Imagem: Marcelo Justo/UOL

Mateus Araújo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

25/01/2018 23h16

Beijo na boca, paquera e paixão arrebatadora. O amor que nasce no Carnaval é passageiro ou pode virar algo duradouro? Depende de um fator. "O outro tem que gostar de Carnaval mesmo", afirma a farmacêutica Luciana Felippe. "Aí será para sempre".

Nessa quinta-feira (25), em pleno feriado de aniversário de São Paulo, o bloco Casa Comigo fez seu grito de Carnaval numa casa de festa em Pinheiros, levantando a bandeira da paixão – seja ela eterna ou efêmera.

Solteira, "graças a Deus", se antecipa, Luciana foi à festa para se divertir e já antecipar o clima de Carnaval. Fantasiada de Branca de Neve, a farmacêutica, também integrante da bateria do Casa Comigo, diz que está "aberta à proposta" de pretendente no Carnaval. Desde que o moço também curta a festa. Só assim vale amor valerá para sempre, segundo ela.

Para o ator e cantor Rafael Carvalho, em romance que nasce na folia vale tudo. Tem para todo mundo, diz ele, que foi ao evento acompanhado da namorada: "Carnaval é o momento de se divertir. Quem está namorando, se diverte em casal; que está solteiro, se diverte solteiro. Todo mundo é livre. Com fantasia ou sem fantasia, o que vale é brincar".

Já a gerente de vendas Érica Amaral diz que flerte carnavalesco pode, sim, virar casamento. "Vou zoar... fazendo direitinho, quem sabe?", brinca. Carioca morando em São Paulo há três anos, Érica resolveu curtir o final de semana na prévia paulista, enquanto não chega a hora de ir para o Rio cair no samba.

O bloco pode até se chamar Casa Comigo, mas para os três amigos Pedro Luna, Luis Braz e Marcelo Lacerda, o momento é de curtição. "Casar? Não! Agora não. A gente só pensa nisso depois de Carnaval", ri Luna. "Agora é hora de se divertir com uma boa companhia", explica.

Bloco

O Casa Comigo desfila no dia 3 de fevereiro, com concentração às 11h na avenida Brigadeiro Faria Lima, à altura do número 432.

Neste ano, o tema é "Hater, eu te amo", uma sátira às pessoas que fazem discurso de ódio na internet. "É um afago contra o discurso de ódio. Há uma onda conservadora contra a arte e o Carnaval, por exemplo, e estamos usando do humor para 'afagar' os odiadores", explica um dos fundadores da agremiação, Raphael Guedes.

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