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Rio de Janeiro

Sem Falabella, Juliana Alves reina sozinha no último ensaio da Tijuca

Marco Antonio Teixeira/ UOL
Juliana Alves em ensaio técnico da escola de samba da Unidos da Tijuca no centro do Rio de Janeiro. Imagem: Marco Antonio Teixeira/ UOL

Ana Cora Lima

Colaboração para o UOL

02/02/2018 08h44

A expectativa era a presença ou não de Miguel Falabella no último ensaio de rua da Unidos da Tijuca, mas o homenageado do enredo do Carnaval 2018 (Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem) não apareceu e a escola, que não tem tradição de povoar famosos entre seus componentes, acabou mesmo reverenciando a rainha de bateria, Juliana Alves.

Um mês da sua volta à escola, a atriz provou que já está com todo gás para passar os 75 minutos na Sapucaí – a Unidos da Tijuca é a primeira escola a desfilar na segunda de Carnaval. "O amor à escola e carinho desse povo da Tijuca me emocionam, me arrepiam e me trazem toda a energia que eu preciso. Vamos desfilar com muita garra", contou a mãe de Yolanda, de quatro meses de idade. 

Juliana, que até tirou as sandálias para sambar, jurou que não tinha ideia de quantos quilos perdia por ensaio, mas por várias vezes recorreu à toalha amiga de uma assessora, provando que sambar é um ótimo exercício aeróbico. 

Sobre as dificuldades de ensaiar no meio de uma rua próxima da quadra da agremiação, no Centro do Rio, ela negou. "Sempre tivemos ensaios de rua. Aqui ou na Conde de Bonfim. Eu gosto porque fico mais próxima da galera."

O mesmo não deveria ter sido a conclusão da turma da harmonia da escola no final do ensaio. O grupo trabalhou bastante para não deixar os foliões mais animados invadirem a bateria ou até mesmo participar do desfile como componentes. O clima já era de Carnaval mesmo com a tensão no ar por conta da violência. "Tem dias que está mais tranquilo, outros não, mas o povo do samba não se deixa abater com nada, não se esmorece. Carnaval é alegria e tudo vai dar certo", energizou o intérprete Tinga.

A aposentada Lúcia Gomes concorda. Moradora do Morro do Borel, na Tijuca, e onde a escola nasceu, ela conta que tem evitado sair de casa depois das 21h, mas abre exceção nos dias de ensaios da escola. "Não tem como deixar de vir. Quem não tem dinheiro para desfilar nem comprar ingressos caros se diverte vendo os ensaios abertos. Pena que esse ano não teve os ensaios técnicos na Sapucaí. O jeito foi vir nesses de ruas mesmo", explicou Lúcia.

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