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Rio de Janeiro

Baile do Copa: Isis rainha, fantasia de última hora e Fontenelle sem beijar

Carolina Farias

Colaboração para o UOL, no Rio

11/02/2018 04h52

O tradicional Baile do Copa, no Copacabana Palace, na zona sul do Rio de Janeiro, encheu os salões com luxo na noite de sábado (10), lembrando dos Carnavais de antigamente. Com o tema “folia cigana”, o icônico hotel teve como rainha da festa a atriz Isis Valverde, que brilhou em seu “reinado” entre os foliões do baile.

Inaugurado em 1923, o hotel realizou o primeiro baile de Carnaval no ano seguinte à abertura. Nos anos 1980, a festa foi interrompida por alguns anos e retomada nos anos 1990. A edição deste sábado foi o 25º Baile do Copa. 

Manuela Scarpa/Brazil News
Isis Valverde vestida de cigana para a festa temática do hotel Copacabana Palace Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News

Na decoração, elementos que lembram a cultura cigana --como bolas de cristal e cartas de baralho-- compunham a decoração, com muito dourado e vermelho. Como já é tradicional da festa, os convidados, fantasiados ou de black tie, passavam por um tapete vermelho em frente ao hotel. Uma multidão do lado de fora assistia, animada. Para entreter o público, bailarinos faziam danças ciganas em frente ao hotel.

Na madrugada do domingo (11), Isis Valverde chegou ao baile recepcionada pelos músicos do Cordão da Bola Preta. A sereia Ritinha de “A Força do Querer” encarou uma cigana, com look de Jean Paul Gaultier para Rosa Chá e muitas joias, que juntas somavam R$ 50 mil.

Com figurino que deixava o corpo à mostra, a atriz levou três horas para ficar pronta. "Ainda não raciocinei, tudo está tão rápido. Estou muito emocionada", declarou.

Muito Carnaval, pouco namoro 

Outras musas também brilharam no baile. Vestida de cigana e com uma peruca de pelo menos um metro de comprimento, a atriz Antônia Fontenelle disse ter adorado o tema da festa. "Eu tenho uma cigana das rosas em mim", brincou. 

Manuela Scarpa/Brazil News
'Já tenho mais de um ano separada, é um ano sem beijar na boca', disse Fontenelle Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News

O Carnaval de Antônia vai ser de trabalho. Além de sair no domingo (11) na Império Serrano, no Rio, ela será musa de um dos camarotes da Sapucaí. "Serei destaque do segundo carro, uma responsabilidade enorme, fiquei na maior tensão. Minha fantasia vai ter um nuzinho, com o bumbum de fora e o costeiro maravilhoso", explicou.

Com tantos compromissos e com um filho de um ano, Salvatore, do casamento com Jonathan Costa, Antônia afirmou que nem pensa em paquerar. "A crise está terrível. E chegou nesse setor. Já tenho mais de um ano separada, é um ano sem beijar na boca. Mas só quero saber dele [Salvatore], que é tudo de bom", afirmou. 

Fantasia de última hora, anonimato e comemoração  

Com vestido vermelho rendado transparente, Yasmin Brunet teve de arrumar um figurino às pressas para a festa. “Eu sempre decido de última hora. Decidi ontem e mandei mensagem para as amigas. A [estilista] Lethicia Bronstein conseguiu esse para mim. Eu acho esse tema, de ciganos, lindo”, contou a modelo, que disse ter lido a sorte com ciganas muitas vezes. 

Para compor o visual, ela contou com a ajuda da mãe, Luiza Brunet. “Os assessórios são cintos da minha mãe, que eu misturei”, explicou. 

Taty Larrubia/AgNews
Yasmin Brunet arrumou figurino às pressas e usou acessórios da mãe, Luiza Brunet Imagem: Taty Larrubia/AgNews

Quem passou quase despercebido pela festa e pode curtir à vontade foi o galã português José Fidalgo, o Constantino da novela “Deus Salve o Rei”. "É minha segunda vez no Carnaval do Rio, mas a primeira vez, em 2011, foram quatro noites de Sapucaí. Dessa vez já fui a um bloco, o Amigos da Onça", afirmou o ator. Sobre paquerar no Carnaval, desconversou: "Gosto de vir para ver a festa, que vocês fazem muito bem."

Vera Fischer era só comemoração no baile, pois voltou a desfilar na Marquês de Sapucaí depois de 21 anos --ela saiu na Estácio de Sá, escola da Série A, na noite de sexta-feira (09).

A atriz, que já foi Miss Brasil, comentou sobre a reação atual das mulheres que não aturam o assédio. "Já fui miss, era muito rodeada, paquerada sempre. Mas dava uns passa foras, sempre fui 'safa'. Muitas mulheres não são, não sabem se defender, são frágeis. Eu não deixava nem chegar perto", afirmou Vera.

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