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Rio de Janeiro

Prefeitura do RJ lamenta "falta de respeito e ofensa gratuita" da Mangueira

Reprodução/TV Globo
O prefeito carioca Marcelo Crivella é transformado em Judas no desfile da Mangueira, sobre as palavras: "Prefeito, pecado é não brincar o Carnaval!" Imagem: Reprodução/TV Globo

Felipe Branco Cruz

Do UOL, em São Paulo

12/02/2018 13h24

A Estação Primeira de Mangueira levou para a Avenida Marquês de Sapucaí, na primeira noite de desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, um boneco do prefeito Marcelo Crivella representado como um judas para ser malhado. Abaixo do boneco, a frase: "Prefeito, pecado é não brincar o Carnaval!" decorava um tripé.

Na manhã desta segunda-feira (12), a prefeitura do Rio de Janeiro, por meio de uma nota oficial da Riotur, lamentou a "falta de respeito e a ofensa gratuita" da Mangueira e destacou que, a despeito da crise econômica que a cidade enfrenta, "foram investidos quase R$ 80 milhões" no Carnaval.

A decisão criativa foi do carnavalesco Leandro Vieira, que teve total liberdade dentro da escola. "Foi a resposta para ele repensar o que fez com o Carnaval. Cometeu a maior injustiça com a maior festa popular do mundo, que é o Carnaval. E a Mangueira se propôs a se rebelar contra isso tudo. E foi isso que você viu aí", disse o presidente da escola, Chiquinho da Mangueira.

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela prefeitura

"A Prefeitura lamenta a falta de respeito e a ofensa gratuita. E lembra que, apesar da grave crise econômica vivida pela Cidade do Rio de Janeiro no ano passado, foram investidos quase R$ 80 milhões no carnaval. Só em recursos captados junto à iniciativa privada foram levantados R$ 38,5 milhões, o maior valor já captado. No caso das escolas do grupo especial, as agremiações receberam R$ 13 milhões da prefeitura, R$ 1 milhão para cada uma, mesmo valor que recebiam até 2015, sendo que naquele ano eram 12 escolas. Além disso, mais R$ 6,5 milhões foram obtidos com a iniciativa privada, totalizando R$ 19,5 milhões."

"A prefeitura também repassou R$ 10,5 milhões para que as escolas dos grupos de acesso e as escolas mirins preparassem seu carnaval. Além disso, obteve mais R$ 3,5 milhões, que possibilitaram a montagem da infraestrutura na Intendente Magalhães, onde há um espetáculo gratuito em que desfilam escolas de samba dos demais grupos que não saem na Marques de Sapucaí. A Prefeitura também abriu mão de taxas que sempre foram cobradas das escolas nos governos passados no valor de R$ 200 mil. Com muito esforço e criatividade, a Prefeitura investiu e se mobilizou para que o carnaval deste ano transcorra com organização, limpeza e segurança não só nos desfiles das escolas de samba, mas em toda a cidade."

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