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Blocos de rua

BaianaSystem enlouquece fãs na estreia de seu trio no Carnaval paulistano

Cristiane Tada

Do UOL, em São Paulo

17/02/2018 21h51

O navio pirata do BaianaSystem ancorou num mar de pessoas na Avenida 23 de Maio neste sábado (17) em São Paulo. O pós-carnaval trouxe milhares de pessoas o corredor Norte-Sul da cidade e parece ter consagrado os 3 km do circuito Viaduto Santa Generosa/ Pedroso no Carnaval paulistano.

“Hoje a música é feita do céu”, poetizou Russo Passapusso assim que o trio da banda baiana começou a andar.

Apesar de inúmeros shows já realizados no local, a apresentação desta tarde foi a primeira vez dos músicos com seu próprio trio construído especialmente para este pós-carnaval em São Paulo.

Em cima do trio, os convidados Bnegão, Rico Dalassam e Flora Matos entrosados nas batidas pareciam velhos companheiros.

Já os primeiros acordes da música “Lucro” fez a galera pular. E assim se armaram famosas “rodinhas” onde os fãs se acotovelam em roda, enquanto cantam em coro as letras políticas dos três álbuns da banda, que falam da especulação imobiliária, que pedem demarcação de terras, mas que também entoam o amor. O repertório também relembrou sucessos do carnaval da Bahia como “Depois que o Ilê Passar”.

Durante a apresentação, BNegão pediu um salve a Escola de samba Unidos do Tuiuti, vice-campeã no Rio de Janeiro, que trouxe o tema da escravidão para a Sapucaí este ano, criticou a política e o presidente Michel Temer.

O artista plástico Fábio Gava, trouxe o filho Valentin de apenas três anos para o show. E já é a segunda vez dele numa apresentação do BS. “Achei tranquilo trazer ele porque aqui tem um público que curte mais a música, as letras e tal. E estou com uma estratégia boa de ficar aqui perto do trio”, afirmou.

A multidão era realmente de fãs. A programadora visual, Mônica Pinho, acompanha as apresentações da banda e veio com mais de 20 amigos, uma galera que se encontra no grupo do whatsapp “Turmão do Baiana”.

“A gente é tiete mesmo e fica colado na grade. Estávamos em Salvador e fomos levados pelo furacão durante o trio deles lá, sentimos realmente a terra tremer. E hoje to esperando exorcizar, Baiana é para exorcizar”.

Kim Cotrim é produtor cultural na capital paulista e conta que conhece o Baiana bem antes deles estourarem. “ Estou achando maravilhoso, que bom que eles tão aí estourando em SP, Bahia e todos os lugares que eles vão. Eu já fui em 7 shows deles e é um estouro sempre essa energia boa que só atrai coisa boa e a batida é foda”.

Beatriz Souza, desing gráfico da capital conta que para ela o Navio Pirata foi o evento mais esperado do carnaval. “Está lindo, o Baiana trouxe a Bahia para São Paulo. Para mim o carnaval não acabou, só começou agora”.

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